sexta-feira, 7 de junho de 2013

[Crítica] Depois da Terra

M. Night Shyamalan é o cineasta mais incompreendido de sua geração. Não é o melhor (um dos, sim). Talvez seja o mais provocativo - motivo de seus filmes darem errado tanto pra crítica quanto em bilheterias (mesmo sendo um estilo "autoral e acessível"). Entretanto, após sair da sessão estranhei o motivo de seu novo projeto, Depois da Terra, ter sido tão negativado pelos críticos na internet (alguns chegaram a chamar de o pior filme de todos os tempos). Perseguição midiática, birra... não sei.

Pois a verdade é que este é o Shyamalan mais digerível. Ele já havia chamado todos para a treta com seu desafiador Fim dos Tempos (seu mais incompreendido, vale ressaltar). Porém, após tanto massacre, parece que ele decidiu dar um passo para trás - e seu truque mais famoso (final surpresa) também ficou para trás. Mas, enfim, nada disso o torna pior.

Mil anos depois de um cataclisma ter forçado a humanidade a sair da Terra, Nova Prime se tornou o novo lar dos humanos. O lendário general Cypher Raige (Will Smith) retorna para sua família depois de uma longa ausência a serviço, pronto para criar seu filho de 13 anos Kitai (Jaden Smith). Quando uma tempestade de asteroides danifica a nave de Cypher e Kitai, eles caem numa Terra perigosa e inóspita. Enquanto seu pai fica à beira da morte no cockpit da nave, Kitai deve percorrer o terreno hostil para recuperar seu sinalizador de resgate. Durante toda sua vida, Kitai quis ser um soldado, como seu pai, e hoje ele tem essa oportunidade.
Mais uma vez, Shya retoma um tema tão precioso em sua filmografia: as relações familiares. Como poucos ele consegue ser tão cafona e sensível ao mesmo tempo. Mas nem sempre foi assim (em especial, seu inicio de carreira), onde ele não conseguia encontrar um equilíbrio. Aqui, ele simplesmente o domina (um de seus trabalhos mais estáveis). A escolha de Will e Jaden, por mais que comercialmente tire o foco, consegue ser simplesmente perfeita - e eles seriam meros personagens unidimensionais se não houvesse uma profundidade em suas histórias, que o diretor as explora através de flashbacks mais seguros (segurança também é a palavra-chave aqui, coisa que ele conquista cada vez mais em sua carreira). 
Depois da Terra também marca um dos melhores encontros entre os dois principais elementos de seus filmes: a atmosfera e o sentimentalismo. Herança dos titios Hitchcock e Spielberg. Mas Shyamalan não é nenhum deles - é ele mesmo, vale compreender.

Atmosfera ele sempre demonstrou dominar, sabendo cadenciar o ritmo precisamente com a trilha sonora, construir a adrenalina até usar suas imagens e o roteiro para arrancar sustos. E neste filme isso nunca ganhou tanto sentido, já que se trata de uma história de amadurecimento através da quebra do medo, dos monstros do passado. Para isso ele usa suas antíteses (é disso que seus filmes se tratam afinal), aqui surgindo num embate entre segurança e insegurança, frieza e emoção, formal e informal. Isso dá espaço para o lado do sentimental, sempre presente em seus filmes, algumas vezes mais sútil (A Vila e Corpo Fechado) outras vezes escancarado (Fim dos Tempos). Aqui, ela está escancarada, mas é humana, com nuances e envolve. Medo e amor se fundem - por isso é seu filme mais equilibrado, não soando piegas ou irregular em nenhum momento (o desfecho me arrancou algumas lágrimas, admito).
A capa de ficção científica também funciona. O universo é absurdamente criativo e empolgante (confesso que não lamentaria se anunciassem uma continuação), com todo o design de produção e direção de arte um colírio para os olhos, completamente imersivo - algo fundamental em um filme atmosférico. 

E, mesmo após tudo isso, é duro constatar que as pessoas continuarão negando o inegável: Shyamalan é arrogante, sim, mas é talentoso pra caralho. 

NOTA:





9 Jokers!


Trailer:

quinta-feira, 6 de junho de 2013

[Crítica] Além da Escuridão - Star Trek


O espaço-sideral...As estrelas...Acontece muita coisa por lá...Jornadas, Guerras, gigantes verdes, famílias perdidas por lá, naves espaciais...Então eu trago comigo, em primeira m...Não, já foram uns 6 sites brasileiros...Enfim, trago a crítica de Além da Escuridão - Star Trek  (Into Darkness - Star Trek) como já perceberam.


Francamente, eu sou uma merda em questão de escrever sinopse, eu acabo detalhando muito o filme e tal, e eu acho que esse é aquele tipo de filme que você tem que ver para se "surpreender"...Mas vamos lá: John Harrison (Benedict Cumberbatch), renegado da Frota Estelar, se torna uma nova ameaça, fazendo com que Kirk (Chris Pine) seja enviado para capturar John, dentro do império Klingon, que está a beira de uma guerra com a Federação.


Então...Que filme foda! Tão bom quanto o primeiro, embora esse seja bem mais até aventura e ação, e até um pouco superior ao primeiro filme em questão de atuação, como a de Chris Pine e Zachary Quinto, e incluindo Zöe Saldana (agora com melhor desempenho do que o primeiro e mais espaço), e Karl Urban, sempre aparecendo nos momentos certos, com...As falas certas, e claro, Simon Pegg, também com destaque e melhor desempenho nesse filme. Agora, acho que ficaram mesmo sem muito espaço no filme, foram John Cho e Anton Yelchin, mas, se bem que eles já tinham destaque no primeiro filme. Alice Eve foi basicamente um pequeno ponto fraco no filme; atuando, mas fora isso, não estraga de jeito nenhum o filme.

E é claro, deixei o melhor para o final: Benedict Cumberbatch, o Sherlock Holmes da atualidade (série exibida na BBC), aqui tem um espetacular desempenho interpretando o misterioso John Harrison. Ele o Coringa (Heath Ledger) desse filme, o Vass; quando ele aparece, é claro que vai haver uma cena foda de ação (ele é um super-humano, pronto! Não é um grande spoiler, pois existem outros...), ou diálogos fodas. O seu modo de falar, de agir, é excelente, é inesperado.
E é claro, as cenas de ação. Começando pelo...Começo do filme; o inicio, na cena em que Spock entra no vulcão, é tensa, pelo menos pra mim. Além dessa o ataque de Harrison na Frota, Harrison contra o Klingons, a Enterprise caindo na Terra, mostrada em diversos comerciais, fotos, posters e trailers, e mais algumas cenas tensas, com a presença do vilão-não-genérico do filme (bem melhor que Eric Bana no 1º filme), K...John Harrison..

Sabe, Jornada nas Estrelas, ou Star Trek, como você quiser chamar (não vejo nenhum problema no título brasileiro, mas é melhor o original mesmo), já percorreu mesmo várias jornadas, vários filmes no final dos anos 70, nos anos 80, e no meio dos anos 90, e finalmente, retornou como um reboot em 2009, e que 98% das pessoas (o 2% são os otimistas e os relacionados ao filme), não gostaram nem um pouco, mas veja só: o filme foi excelente, e a sequência, melhor ainda! E se você viu os filmes dos anos anteriores, irá encontrar muitas referências de um desse filmes...Mas isso já é um grande Spoiler, então termina-se essa crítica por aqui.

10 Jokers


Notas da Equipe:
Rafael: 9/10
Gustavo: 10/10
Vinicius: 9/10

KHAAAAAAAAANNNNNNNNNN!!!!!!!!!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Nerdologia Miojo #01 - Gêneros do Terror


Inicia-se Agora o Nerdologia Miojo! O Nerdologia Miojo é a versão de bolso do Nerdologia normal, e trará temas abertos, já que o Nerdologia normal será maior, e sairá 1 ou 2 vezes por mês (ou até mais, dependendo). Então, o Nerdologia Miojo é a versão rapida que sairá entre os podcasts normais! Nessa Semana, falamos sobre Generos do Terror!

ATENÇÃO: Eu estava rouco, por isso a voz sensual. Não estou dando em cima de você!

Participamos eu (Rafael_Tekken), Sting The Joker (Porrada no Ouvido e Pipe Bomb), e Vinícius do 4ZAP.

> Redes Sociais:

> Sugestões? Criticas? Elogios? Quer nos xingar?
Mandem para: combonerd@gmail.com, ou comentem no post mesmo!
Feed para Itunes


 Nerdologia [MP3] [ 0.01 MB ] Hide Player | Play in Popup | Download 
 Nerdolodia  [RAR] [ 0.01 MB ] Download 

Até a Proxima Edição! Deixe seu Comentário!
Nosso podcast tambem é publicado na Kombo Podcasts

sexta-feira, 31 de maio de 2013

[Crítica] Se Beber não Case - Parte 3



O Maior triunfo de Se Beber Não Case (2009) foi ser uma comédia destinada a um publico mais velho do que o normal, diferentemente de comédias como American Pie. O Filme trazia um humor mais adulto e baseado em situações meio pesadas. O Primeiro filme é muito bom, e por esse motivo, como é de costume no cinema, fizeram a continuação que trazia piadas mais pesadas ainda. Esse, apostou em utilizar quase o mesmo roteiro que o primeiro, só que mudando o lugar e algumas situações. Não foi lá essas coisas mas não chega a ser ruim.

Enfim, chegamos ao terceiro para fechar a trilogia (que deveria ser um filme só). Logo em seus primeiros trailers e imagens, o filme satirizava o final da franquia Harry Potter, colocando nos posters "Final Épico!". É claro que era uma piada, e em nenhum momento veríamos algo épico, mas acho q coisa passou dos limites em termos de "ruindade", e passou mesmo! Mesmo trazendo Las Vegas de volta, personagens como Doug Negão (que é uma das poucas piadinhas legais do filme), ele consegue ser pior que o segundo.

Dessa vez, não temos bebedeira e nem casamento de inicio. Depois da morte do pai de Alan (Zach Galifianakis), Phil (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms) e Doug (Justin Bartha) resolvem leva-lo para uma clinica de tratamento, pois acreditam que ele não está bem. Só que no meio do caminho, eles são atacados por um chefe do trafico que quer descobrir o paradeiro de Leslie Show (Ken Jeong). Ele obriga do "bando de lobos" a ir atrás de Show e recuperar seu dinheiro perdido.

O Filme tem mais ou menos 1 hora e meia, e eu me senti assistindo 40 minutos de história, só que prolongada. Alias, se formos analisar tudo, nem 40 minutos dá...Mas enfim, mesmo indo assistir o filme pensando "Não irá ser melhor que o primeiro" eu não consegui gostar dele, sendo nem saber da história do filme eu sabia, pois tinha visto uma ou duas fotos ou lido a lista de atores, no máximo.
Mas Para não falar só mal do filme, irei elogiar uma coisa: Ele se dá bem em mostrar que o personagem Alan é perturbado. Seus pais vêem seu filho, com quase 40 anos, com a idade mental de uma criança de 5, e obviamente ficam preocupados (alias, um dos motivos de seu pai morrer). Todos os personagens, assim como nós, sabemos que Alan é infantil demais, e que precisa de ajuda. Isso é mostrado muito no começo, e ao longo do filme, temos pequenas lembranças disso. No final temos uma certa "resolução" disso, que já era meio fraca, até vermos a cena pós créditos em que toda essa ideia do amadurecimento de Alan é jogada no lixo.
O Humor pesado continua lá, mas não salva nada pois não é bem executado. Não tem Bebedeira, Mike Tyson, Animal, Não tem fotos da noite passada rolando nos créditos. Parando para analisar, isso é até uma evolução, pois não necessariamente ele precisa ter alguns desses elementos para ser um filme bom, mas mesmo assim, fracassou sem eles.

Deixo claro que não sou um critico, e esta é apenas minha opinião. Mas se for para recomendar o filme, não recomendo. Talvez, você conheça alguem que goste ou tenha gostado, ou até mesmo você goste, mas acho isso difícil.

4 Jokers
PS. Agora se os senhores me dão licença, vou ver Velozes e Furiosos 6 de novo. Abraço!

[Musica/Game] A Banda Love Fist de GTA Vice City!

Grand Theft Auto: Vice City é uma grande homenagem aos anos 80. O Personagem principal, Tommy Vercetti, é uma clara referencia a a Tony Montada, de Scarface, alem de todo o ambiente que lembra muito o próprio Scarface e a série Miami Vice. Em meio a tantas referencias, uma das mais divertidas, é uma sátira as bandas de Rock dos anos 80/90, chamada Love Fist, um grupo que lembra muito uma bandinha que quase ninguem conhece...um tal de Guns N Roses...

Love Fist, ou Rockstar's Lovefist é uma banda escocêsa de Hair Metal/Hard Rock que está presente no jogo em algumas missões, e tambem é possivel ouvir ela na rádio V-Rock. 


Em determinado momento do jogo é possível trabalhar para o grupo, trazendo prostitutas e uma droga (Love's Juice), sem a qual eles não tocam bem. Muitos vão se lembrar da missão onde você está dirigindo uma limousine para eles, e um fã maluco e obsecado colocou uma bomba nela, e se você diminuir a velocidade, CABUMMM! (Lembrou algo a vocês?). Essa é sem duvida uma das missões mais engraçadas, tanto que o baixista Willy diz "eu vou tocar baixo no inferno", quando acredita que irá morrer.

O Que aconteceu com a Banda?
(Referencias em outros jogos)
Acredita-se que o alto consumo de drogas fez o grupo separar-se. Em Grand Theft Auto: San Andreas (onde a história se passa no ano de 1992), o DJ Tommy "The Nightmare" Smith pergunta "O que aconteceu com o Love Fist?", além disso, Jezz Torrent, o vocalista, pode ser ouvido em uma propaganda do Culto Epsilon, na qual agradece-os por tê-lo ajudado com seu problema com drogas.
Em Liberty City Stories (que se passa em 1998), é dito que um dos ex-membros da banda, provavelmente Jezz Torrent, segue uma carreira solo conhecido como "Crow". Ele realiza o Crowfest, paródia do Ozzfest, realizado por Ozzy Osbourne.
Em Grand Theft Auto IV, a banda inicia um projeto contra a pobreza na África, parodiando o U2. Alguns meses depois a banda começa a produzir um novo álbum com o novo vocalista Steve Malfoy. A primeira música produzida chama-se Rock Forever.

Lembra da Banda? Deixe seu comentário!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

[Fodastico!] Encontros e Desencontros

Eu não sei, mas deve haver algo mágico cercando o nome "Coppola". Pois se o papai foi capaz de fazer uns épicos por ai (só a maior trilogia de todos os tempos, juntada com o maior filme de guerra de todos), a filhota conseguiu não só uma carreira firme, mas também realizou um dos trabalhos mais sensíveis, lindos e encantadores da última década: Encontros e Desencontros. 

Bob Harris (Bill Murray) e Charlotte (Scarlett Johansson) são dois americanos em Tóquio. Bob é um decadente astro de cinema que está na cidade para filmar um comercial de uísque. E a bela Charlotte acompanha o marido, John, um fotógrafo viciado em trabalho. Ambos estão no mesmo hotel, até que um dia se conhecem e começam a se encontrar cada vez mais, formando um grande laço.

O que muitos parecem confundir, porém, é achar que a obra de Sofia é um romance convencional, vendo apenas a superfície, praticamente ignorando todos os elementos para a construção de atmosfera que certamente fazem a diferença em relação a interpretação de todo o turbilhão de sentimentos colocados em tela. Encontros e Desencontros é um filme de nuances. 

O ritmo é pausado, as situações são desenvolvidas com cuidado, com a Coppola fazendo um excelente uso da trilha sonora (algumas vezes chega até a arrepiar), praticamente um atestado de seu amor pelos próprios personagens. Mas, apesar de Encontros ser um filme tão delicioso e equilibrado de ver, o clima é predominantemente de solidão - é uma obra sobre conexão (e ela entende isso e faz um essencial uso do silêncio).
O silêncio predomina. A garota que procura algum sentido carrega sempre um cigarro (ícone principal dos antigos personagens existencialistas melancólicos), e somos jogados direto na alma da personagem (interpretada de forma extremamente sútil por Scarlett - que está maravilhosamente encantadora como sempre), tal como na simples decisão de filma-la, solitária, encarando a cidade através da janela, com o vidro tão frágil que mal conseguimos enxerga-lo, numa triste tentativa de se conectar (é um filme ambientado no Japão, mas é incrivelmente universal) 
Pois os personagens acabaram de sair do seu estado comum (o homem, da família, a garota, da faculdade) e estão indefesos e com medo, praticamente sendo engolidos por aquele mundo caótico, lotado de pessoas e luzes (lindo, embora extremamente opressor - é quando nos damos conta de somos apenas 1 em 7 bilhões), onde ninguém parece falar a mesma língua, ninguém os entende (o cara falando pelo telefone com família, enquanto ele fala de saúde sua esposa fala do carpete) até que encontram alguém igualmente melancólico e perdido (Bill Murray num papel tipicamente murrayano - uma espécie de Bogart mais depressivo e anti-social) onde podem ficar juntos, não mais isolados, apenas na companhia um do outro e silenciosos, sem precisar dividir nada, nem mesmo com o espectador (não conseguimos ouvir o que ele sussurra para ela no final - o que demonstra a segurança de Coppola em sua história). Depois de tanta angustia, eles finalmente se conectam, talvez não com o mundo, mas com algo muito maior, tal como eles mereciam, tal como nós queríamos. 

Coppolinha, sua linda!

NOTA:




10 Jokers!

[Crítica] Velozes e Furiosos 6 + Jason Statham vem ai!!!

[ESSE TEXTO CONTEM SPOILERS VIOLENTOS E BRUTAIS!!! Por que eu falei isso?...]

Foi ao cinema pensando: Que merda, vou ter que ver esse filme mesmo sabendo que o ultimo foi um Coco flamejante...mas eu sou um verme mesmo, então vou ver! Dai, saio da sala de semana: Caraca...Não é que foi bom? Velozes e Furiosos 6 acabou se mostrando um filme divertido e 1000 vezes melhor que o ultimo! Mas vamos por partes (E acredite, será interessante!).

Sinopse:
Desde que o golpe de Dom (Vin Diesel) e Brian (Paul Walker) no Rio de Janeiro deixou o grupo com US$100 milhões, os heróis se espalharam pelo globo. Mas a incapacidade de voltar para casa e viver em um lar tornou suas vidas incompletas. Enquanto isso, Jobbs (Dwayne Johnson) esteve perseguindo uma organização de mercenários sobre rodas, um grupo de homens cruéis divididos em 12 países, cujo mentor (Luke Evans) tem ajuda da destemida Letty (Michelle Rodriguez), a antiga namorada de Dom, que ele acreditava estar morta. A única maneira de parar este grupo de criminosos é superá-los nas ruas, por isso Hobbs pede a Dom para reunir um grupo de elite em Londres. A recompensa? Perdão a todos eles, para poderem voltar para as suas casas e tornarem suas famílias completas novamente.

Entre cenas de ação que desafiam as leis da gravidade (as quais eu tinha falado mal, mesmo sem ter visto, e hoje vejo q foi besteira), passagens de tempo meio esquisitas, cenas de luta muito divertidas, o filme consegue melhorar o final "Nhé" do ultimo. Não chega a ser um grande filme de ação, mas sabe aqueles filmes que são ruizinhos mas você fala: "Até que foi divertido ver isso e comer pipoca!"? Esse é o filme. Alias, grande parte disso vem do carisma de The Rock.



Agora, o filme acaba tendo cenas muito "Nada a ver" como The Rock ter o vilão na mira em determinado momento, e não atirar, alem da cena final, em que vemos uma pista de decolagem maior que 50 cidades de Balbinos (hahaha, não entendeu a piada? Eu moro em uma cidade com esse nome, caso vocês não sabiam, mas enfim, voltando a critica). Agora, durante o filme o que mais me surpreendeu foi a personagem de Gina Carano, que proximo ao climax, revela ser aliada do vilão o.O Clichês divertidos como esse, fazem o filme ser diverto.


Agora, esse filme fez uma conexão com os outros da franquia, como o quarto e o terceiro (que para quem não sabe, é uma história que se passa depois do 4, 5 e 6). E Essa conexão começa na morte da personagem Gisele, parceria do personagem Han (introduzido a franquia no terceiro), onde percebemos o motivo de ele ir a Tokyo, planos que eles tinham juntos, e termina na cena pós creditos, onde temos...


Sim! Statham será vilão no sétimo filme! Que em minha opinião, é desnecessário, afinal, o diretor Justin Lin irá sair, mas enfim. Na cena, vemos a cena de perseguição do terceiro filme onde Han morre. Eu não sei se vocês lembram (quem viu o filme, é claro) que Han estava fugindo com seu carro e outro carro bate nele, dai, ocorre a exploxão. Quando vimos o filme lá em 2007, foi normal, Mas! Na cena, descobrimos que a batida foi proposital, e não um acidente, e quem estava no carro eram Statham, que interpretada o irmão do vilão desse terceiro filme, buscando vingança pelo irmão morto...Clichezão, não? 

Cena Abaixo:

Eu recomendo a todos que viram o quinto, que vejam esse, pois é muito melhor, tanto em diversão, quanto em ação. E que da proxima vez que forem ver o terceiro filme, vejam ele depois de todos, assim, a história irá ser mais conectada e terão uma familiaridade com o personagem Han, e saber de tudo o que passou com ele.

Enfim, pegue seu Balde de pipoca, uma Coca (por favor, se forem tomar, que seja normal, por que Coca Zero é muita frescura!) e se deliciem com Velozes e Furiosos 6!

6 Jokers e Meio (Não tenho imagem com meia carta, Mals!)

Notas da Equipe:
Rafael: 6,5/10
Gustavo: 8/10
Vinicius: ...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Cannes em 2013 e os vencedores

Eu não gosto de festivais. Oscar, Globo de Ouro e esses lixos não passam de premiações panfletárias onde o que decide é o marketing. Talvez o que mais consiga (ou tente) fugir disso é Cannes. Mas isso entra em outra questão do porque não gosto de festivais e premiações: eles simplesmente escolhem um perfil de filme e ignoram todos os outros ao invés de serem mente aberta e aceitarem todos os tipos e gêneros - o que cai numa elitização besta.

Mas, enfim, parei com o blábláblá. Vamos aos vencedores da premiação desse ano:

PRÊMIOS

Palma de Ouro: A Vida de Adele (Abdellatif Kechiche, diretor; Adele Exarchopoulos - França)
Grand Prix: Inside Llewyn Davis (Joel e Ethan Coen, EUA)
Melhor diretor: Amat Escalante, Heli (México)
Prêmio do Juri: Like Father, Like Son (Japão)
Melhor Ator: Bruce Dern, Nebraska (EUA)
Melhor Atriz: Berenice Bejo, The Past (França/Itália)
Melhor roteiro: Jia Zhangke, A Touch of Sin (China)

UN CERTAIN REGARD
Melhor filme: The Missing Picture (Rithy Panh, Camboja/França)
Prêmio do Juri: Hany Abu-Assad, Omar (Palestina)
Melhor Diretor: Alain Guiraudie, Stranger by the Lake (França)
Prêmio Futuro: Fruitvale Station (Ryan Coogler, EUA)
A Certain Talent: Elenco de La Jaula de Oro (Diego Quemada-Diaz, Máxico/Espanha)

OUTROS PRÊMIOS
Camera d’Or: Ilo ilo (Anthony Chen, Cingapura)
Directors’ Fortnight Art Cinema Award: Me Myself and Mum (Guillaume Gallienne, França)
Directors’ Fortnight Europa Cinemas Label: The Selfish Giant (Clio Barnard, Reino Unido)
Directors’ Fortnight SACD Prize: Me Myself and Mum
Grand Prix da crítica: Salvo (Fabio Grassadonia, Antonio Piazza, Itália)
Visionary Prize da crítica: Salvo
Menção honrosa da crítica: The Owners (Agustin Toscano, Ezequiel Radusky, Argentina)
Melhor roteiro pela crítica: Le Demantelement (Sebastien Pilote, Canadá)
Palme d’Or curta-metragem: Safe (Moon Byoung-gon, Coreia do Sul)
Juri Ecumênico: The Past (Asghar Farhadi, França/Itália)

PRÊMIOS FIPRESCI
Competição: Blue Is the Warmest Color (Abdellatif Kechiche, França)
Un Certain Regard: Manuscripts Don’t Burn (Mohammad Rasoulof, Irã)
Diretores: Blue Ruin (Jeremy Saulnier, EUA)

O vencedor, A Vida de Adele, é baseado na graphic novel "Blue", de Julie Maroh, o drama conta a história de uma jovem que se descobre lésbica e enfrenta julgamentos da família e da sociedade ao se apaixonar por outra mulher. É dirigido por Abdellatif Kechiche e tem previsão para estrear mundialmente no dia 9 de Outubro. 

Engraçado notar que Cannes fica cada vez mais underground, sendo que ano passado premiaram Amour (filme de Michael Haneke) que por mais que não seja um "arrasta-quarteirão" se mantém acessível (concorreu ao Oscar desse ano), mas A Vida de Adele é uma espécie de underground do underground. 

E assim vai!

[Nostalgia] Will Smith e seu Filho cantam tema de Um Maluco no Pedaço! E CARLTON DANÇANDO TOM JONES!

Com certeza você assistiu pelo menos 1 episódio de The Fresh Prince of Bel-Air, conhecido aqui como Um Maluco no Pedaço, seriado que revelou para o mundo o grande ator Will Smith. Acreditem se quiser, já se passaram 23 anos da serie, que é até hoje exibida pelo SBT. Até que Will Smith, e seu filho Jaden, que foram promover o filme Depois da Terra na Inglaterra, foram convidados para o programa do apresentador Graham Norton. Até que dado momento, Norton sugere que Will e seu filho cantem o tema de The Fresh Prince, e os dois aceitam!
ÉPICO, NÃO? Alem de MC Jazz, parceiro de Will Smith na época, CARLTON TAMBEM RETORNA! E DANÇANDO TOM JONES!!! TOM JONES!!! Isso meus amigos, é NOSTALGIA PURA!

Sobre a Criação da Série:
Will Smith começou a chamar a atenção dos produtores pelas suas performance em videoclipes e em 1989, cansado de ser apenas um cantor, conheceu Benny Medina, um executivo da Warner, que estava procurando um rapaz jovem para uma nova série de televisão, que contava a vida de um rapaz que havia nascido num bairro pobre de Filadélfia e mais tarde vai morar na badalada e elegante Bel-Air. Após uma série de conversações, com sugestões do próprio Will e aprovação dos executivos da NBC, em 1990 deu-se início ao espetáculo: The Fresh Prince of Bel-Air, onde ele interpreta ele próprio.

PS. Acho que vocês devem ter visto Bradley Cooper e Heather Graham se Se Beber Não case, né? Mas pouco importa....

Ps. Pra terminar o Post: